domingo, 19 de janeiro de 2014

A MINHA VIAGEM A PARIS – PARTE 8

A MINHA VIAGEM A PARIS – PARTE 8

Musée d'Ethnographie du Trocadéro 

Metemo-nos no metro e saí mos em Trocadero de onde se tem uma magnífica panorâmica dos jardins e da Torre Eiffel.
Construído no pico da colina de Chaillot, o Trocadero encontra-se face ao rio Sena, diante da Torre Eiffel. Do local fazem parte o Palácio de Chaillot, que abriga diversos museus, jardins, a praça do Trocadero e um grande aquário subterrâneo.
O Palácio de Chaillot, símbolo do estilo predominante dos anos trinta, é constituído de dois pavilhões e de duas alas curvilíneas de 195 metros que se orientam em direcção ao rio Sena. É o maior centro dedicado à arquitectura do mundo e ocupa uma área de 22.000 m2.

 Palais Royal f
Trocadero
De seguida fomos de visita ao pátio do Palais Royal. O Palais Royal foi construído pelo arquitecto Jacques Lemercier, a mando de Richelieu, em  1624. Richelieu deixouTrocadero-o para a Coroa Francesa, sendo à data da Revolução Francesa habitado por Luís Filipe II de Orleães, o qual apoiou activamente a Revolução Francesa e se tornou muito popular quando abriu os jardins do Palais Royal a todos os parisienses. Mandou ainda construir colunas regulares que foram alinhadas com lojas. As suas galerias comerciais existem desde 1785.

Palais Royal
Passamos pelos Inválidos. O Palácio do Inválidos é um monumento de Paris que foi construído por ordem do rei Luís XIV a fim de acolher os soldados feridos e os veteranos de guerra sem lar. Esse complexo foi construído durante o séc. XVII (1670-1674) e serviu de abrigo aos inválidos dos exércitos franceses. Hoje em dia, apesar de ainda acolher alguns inválidos, o palácio é sede de vários museus dedicados à história da guerra.

Les Invalides
Jantamos no restaurante V (de VÈS), em Geoge V, na Plce d l’Alma, a dois passos dos campos Elísios. E fomos para noite de Paris. Escolhemos o cabaré Crazy Horse. A original sala do cabaré era uma cave de vinhos, cresceu sendo hoje em dia constituída pelo espaço de doze caves reunidas num único estabelecimento. O espectáculo é executado por dançarinas seminuas. Tinha em cena LÁrt du nu, apresentando o seu primeiro show taboo-nouvelle revue com 12 dançarinos em dois actos. No intervalo entre os dois actos era servida uma taça de champanhe. O ambiente é agradável, com um show sensual e efeitos das luzes muito interessantes, bem conseguida coreografia e maquiagem das dançarinas. Fomos a pé e o passeio pelas ruas próximas, com montras de roupas e outros apetrechos para travestis divertiu-nos.

 Claro está que poderíamos ter optado por outros cabarés e ainda fomos ver o Molim Rouge, cuja sala,  bailarinas e os seus frequentadores foram um dos temas preferidos na obra do pintor Henri de Toulouse-Lautrec. O Molin Rouge, construído no ano de 1889, está situado na zona de Pigalle no Boulevard de Clichy, ao pé de Montmartre. Além de ser mais dispendioso, tinha já a lotação esgotada. Assunto resolvido.
Foi divertida a nossa noite em Paris.


Depois duma noite bem passada, fomos descansar. Tinhamos mais um dia em Paris para aproveitar. Esse último dia fará parte da próxima publicação, que infelizmente, será a última desta inesquecível viagem à Cidade Luz.


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