quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

VIEIRA DA SILVA

  VIEIRA DA SILVA

http://www.hostgator.com.br/compartilhado/planos-de-hospedagem.php


 VIDA E OBRA DE VIEIRA DA SILVA

Vieira da Silva, filha do embaixador Marcos Vieira da Silva e neta do fundador do jornal "o Século", nasce em 1908. Fica órfã de pai aos 2 anos de idade e passa a viver com a sua mãe em casa do avô; embora não frequente a escola, é uma criança instruída e culta, fruto do meio intelectual onde decorre a sua infância.
Desde cedo mostrou interesse pelas artes, tendo entrado para a Academia de Belas Artes em Lisboa aos onze anos.
Aos 28 anos vai viver para Paris, onde estuda pintura com Fernand Léger.
Aos 22 anos casa-se com o pintor Húngaro e judeu, Arpad Szenes.

VIEIRA DA SILVA E ARPAD SZENES
Até aos 30 anos de idade, Vieira da Silva tem um estilo figurativo. A partir dessa altura, inicia um estilo muito próprio, feito com linhas e traços, emaranhados, que a vão tornar mundialmente famosa.



Quando começa a Segunda Guerra Mundial, vem para Portugal com o marido, casa-se pela igreja para pedir a nacionalidade Portuguesa para o marido, que lhe é negada e ficam os dois considerados apátridas.


 Decide então ir viver para o Brasil onde convive com vários artistas e intelectuais.
No fim da guerra, volta para Paris e a partir de 1950 é uma artista já prestigiada e consagrada internacionalmente.



Em 1956 Arpad e Vieira da Silva adquirem a nacionalidade francesa.
É a primeira mulher a receber a condecoração do Grand Prix National des Arts.
No conjunto da sua obra existe uma série de ilustrações para um livro de crianças, a que deu o nome de KÔ e KÔ, LES DEUX ESQUIMAUX, que representam um estilo diferente do habitual de Vieira da Silva.
Morre em 1992, tendo sido sepultada em Paris.

ILUSTRAÇÃO DE KÔ KÔ E  LES DEUX ESQUIMAUX
Em Portugal pode ver obras de Vieira da Silva na fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva sediada em Lisboa.
Na estação do Rato do metro de Lisboa, podem ver-se as pinturas de Vieira da Silva e Arpad Szenes, transportadas para azulejo por Manuel Cargaleiro.

AZULEJO NO METRO DE LISBOA

               




Enviar um comentário