quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

CRACÓVIA O NOSSO DESTINO

 CRACÓVIA O NOSSO DESTINO


VISTA SOBRE CRACÓVIA

Partida do aeroporto Francisco Sá Carneiro, cidade do Porto, a 21/01/2014 às 06,15 h no voo LH 1181 rumo a Frankfurt. Novo voo de Frankfurt novamente na companhia Lufthansa (LH 1366) às 12 horas com chegada ao nosso destino, o aeroporto Krakow Pl John Paul, às 13,30 h.
A viagem foi agradável e àquela hora, viajar sobre as nuvens com o sol a despontar dá a ilusão de observar um mar azul imenso com uma aurora de cor púrpura e laranja e depois uma enorme mancha cinza; ilusão magnífica do nascer do sol quando viajo sentado à janela virada para poente.

CRACÓVIA O CENTRO CULTURAL DA POLÓNIA



 Cracóvia estava cinzenta, mas sem neve. Temperaturas baixas. Após realizado o chec-in, largar a mala no quarto que nos foi destinado no 1º andar do Ascot. Hotel de três estrelas, despretensioso, mas muito bem localizado, a cinco minutos do Centro Histórico da cidade de Cracóvia. Quarto de pequenas dimensões, com boa iluminação e um quarto de banho suficientemente espaçoso, com equipamento essencial (secador de cabelo, sabonete e champô). Toalhas bem absorventes. TV com alguns canais polacos e internacionais. Bem climatizado. Limpo. Pequenos almoços de tipo continental, bem servidos, no restauracja no piso -1 (serviço aberto entre as 07,30 e 10,30 h). Alguma deficiência na reposição, que não é mais efectuada a partir das 10 h. Recepção com bom atendimento, simpáticos, falam inglês e fornecem as indicações solicitadas.
Após um breve descanso ainda deu tempo para ir até à grande praça. A primeira impressão é de grandiosidade, majestade e sobriedade. O barroco e o renascimento estão espalhados à nossa volta. Imensos bares e restaurantes estão instalados nesses edifícios que rodeiam a enorme praça. A Igreja de Santa Maria, com as suas duas torres de alturas diferentes, sendo que a mais alta serve de vigia e onde a todas as horas um trompetista tocava um hino, com excepção da última nota em homenagem ao trompetista morto por uma flecha turca. Tivemos ainda oportunidade de ouvir o toque que ainda se mantém nos dias de hoje. Este hino, conhecido como hejnat mariacki, poderá ser interpretado como despertar e é uma forma de ritmar o tempo diário.


RESTAURANTE BAR AVANGARDA
Muito próximo do Hotel onde nos hospedamos há um Restaurante bar Avangarda, na il. Zyblikiewicza 1 31-029 KraKow, onde entramos e bebemos uma bebida quente – Herbata Ricchmont (chá);


O NOSSO CHÁ
é um interessante edifício, antiga sede de oficiais das forças armadas, de que guarda ainda algumas memórias, nomeadamente alguns brasões de forças militars. O restaurante recriou a vida do período de 11920 a 1930, tendo uma decoração interessante, com manequins vestidos como se estivéssemos no início do século XIX, um deles ao piano, outros dois sentados à mesa junto de uma das janelas…


RECRIAÇÃO DO AMBIENTE

RECRIAÇÃO DO AMBIENTE
Após termos aquecido um pouco, voltamos a sair para o frio e descansar um pouco no quarto até à hora de jantar. Pedimos informação no balcão de recepção do hotel para comer cozinha tradicional polaca tendo-nos sido indicado um restaurante na rua Szczepanska – o Folklor Kulinarny Radoslaw j. fronc i wspónicy spólka. Para lá nos dirigimos e o ambiente era acolhedor, aconchegado, paredes pintadas com amoras e as decorações de natal que perduram até finais de Janeiro;


CANDEEIRO DO TECTO DO RESTAURANTE VISTO DE BAIXO

A NOSSA MESA

jantamos duas sopas, uma sopa de cogumelos servida dentro de um pão em forma de terrina com tampa (zupa prawdziwkowa w chlebie)) e um caldo de carne com esparguete  (naire frizzante) e um prato de Bigos que achamos delicioso: é um estufado de couve branca, carne de vaca, cogumelos secos e vinho tinto. Acompanhamos com um Cabernet Sauvinhon. A conta foi de 134 PLN (cerca de 45 euros); para duas pessoas, com vinho incluído (que é importado), não nos pareceu caro.


UMA DAS NOSSAS SOPAS

SOPA TÍPICA DE COGUMELOS


Regressamos ao hotel para um descanso bem merecido e satisfeitos com a estreia na Croácia.

 A viagem continua, não podiamos de deixar de a partilhar com todos
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