sábado, 11 de janeiro de 2014

MINHA VIAGEM A PARIS – PARTE 6

 MINHA VIAGEM A PARIS – PARTE  6


Passeamos a pé pelas ruas de Paris que para além do seu encanto natural, mais brilhante se encontrava com as suas ruas enfeitadas e as suas montras. Os pinheiros vermelhos, as imensas flores das floristas… Um verdadeiro encanto.

AS FLORES
AS RUAS DE PARIS NO NATAL




       
                                                                                                                     
Fomos até à enorme Praça de La Concorde, construída entre 1754 e 1763, é a maior praça de Paris (84.000 m2). Junto às margens do rio Sena e constitui o elo majestoso entre la Défense, a avenida Champs Élysées, os Jardins de Tuileries e o Louvre. Praça histórica, ela também liga o Palais Bourbon (Assembleia Nacional), situado na Rive gauche (margem esquerda do rio) à Igreja La Madeleine, que fica na Rive droite (margem direita do rio).

PLACE DE LA CONCORDE COM UMA DAS FONTES E OBELISCO

 Visitamos a Basílica a Maria Madalena, construção que teve o seu início em 1764 e que apenas terminou de ser construída no ano de 1845, pois os seus trabalhos foram interrompidos no período em que decorreu a Revolução. Situada perto da Praça da Concórdia, destaca-se pela arquitectura em forma de templo clássico grego.

BASÍLICA MARIA MADALENA

A Praça da Concórdia, construída em honra a Luís XV, abrigava uma estátua equestre do Rei montado a cavalo. Com a Revolução, ela foi destruída e a praça tornou-se local de execução. Marcada pela lembrança sangrenta do Terror e da execução da família real, a praça foi rebaptizada em 1795 como Praça da Concórdia, nome escolhido para marcar a reconciliação dos franceses. Presenciou incontáveis decapitações, entre elas a de Luís XVI e Maria Antonieta, à data da Revolução Francesa… A praça com as suas lanternas e colunas rostrais. No centro da praça, foi colocado o Obelisco de Luxor,
OBELISCO DE LUXOR


O mais antigo monumento de Paris com 3.300 anos, um presente oferecido a França pelo vice-rei do Egipto, Mehmet Ali, em 1836. Está coberto de hieróglifos, contém um quadrante solar e uma ponta dourada em forma de pirâmide. Junto ao impressionante obelisco de 22,83 metros de altura, podemos apreciar as duas fontes de inspiração romana e oito estátuas, cada uma delas representando uma cidade francesa diferente: Fontaine des Mers (Fonte dos Mares) e a Fontaine des Fleuves (Fonte dos Rios) - de um lado e outro do obelisco. Verdadeiramente deslumbrante.

FONTAINE DES MERS

Dirigimo-nos a pé para os Campos Elísios que percorremos a pé, passando pelo Grand Palais e Petit Palais, logo em frente.  O Grand Palais,  com o Petit Palais,  e Ponte Alexandre III, formam um dos conjuntos arquitectónicos mais charmosos e elegantes de Paris. Localiza-se na Avenida Winston Churchill, nas proximidades dos Champs-Elysées. Os Palácios chamam a atenção pelo estilo ecléctico da sua arquitectura, denominado estilo Beaux-Arts e característico da Escola de Belas Artes de Paris.
 A Ponte Alexandre III, que atravessa o rio Sena é a ponte mais bonita de Paris. Foi construída entre 1896 e 1900. Ela é toda decorada com querubins, ninfas e cavalos alados nas extremidades. Ganhou este nome após a aliança Franco-Russa feita pelo czar Alexandre III em 1892. Seu filho Nicolau II lançou a pedra em Outubro de 1896.

PONTE ALEXANDRE III


PORMEOR DA PONTE


     








 Nos Champs Elysées ficamos encantados com as suas árvores todas brancas sugerindo a neve natalícia.


ÁRVORES NOS CHAMPS ELYSÉES

 Lá ao fundo era visível o célebre Arco de Triunfo. Por lá deambulamos até ao cair da noite, tendo então apreciado a imensa avenida com as suas árvores que a ladeiam, cheias de luz branca. Digno da época festiva que se aproximava. 

AVENIDA DOS CHAMPS ELISÉES À NOITE NO NATAL

Continuamos a percorrer a avenida até ao Arco de Triunfo monumento, construído em comemoração às vitórias militares do Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. De estilo neoclássico, está localizado na Praça Charles de Gaulle. O Arco do Triunfo é também um símbolo patriótico. Na sua base encontra-se, desde 1921, o Túmulo do Soldado Desconhecido da Primeira Guerra Mundial. Para homenagear a sua memória, bem como a de todos os soldados mortos em combate, uma Chama da Memória arde no seu túmulo desde 1923. Por tradição, a chama é reacesa diariamente às 18h30. No interior do arco é ainda possível ter acesso a um museu e subir ao terraço de onde poderá visualizar uma bonita panorâmica.

O ARCO DE TRIUNFO DE PARIS

Já era noite e havia que descansar após a longa caminhada que fizemos.

A viagem continua no dia seguinte.
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